Tudo tem um princípio, um meio e um fim.

Como é habitual todas as Sextas-feiras temos o nosso novo Post aqui no Blogue. E como já se aperceberam as nossas receitas de ucycling, passaram a ser pensamentos de “upcycling interior”. Penso que talvez, pela minha necessidade de partilhar com todos , os sentimentos que vão cá dentro, e com eles tentar demonstrar que somos aquilo que pensamos e sentimos. Por muitas vezes, esses sentimentos e pensamentos não nos deixam ser. Bloqueiam-nos, transforma-nos em seres sem vida. Somos mais um, entre muitos, mas quando perdemos o medo daquilo que sentimos e do que somos, e temos a audácia e coragem de o assumir, passamos a ser livres como pássaros.

O medo rói-no a alma. Prende-nos o coração e destrói os nossos sonhos. Acreditar que coisas boas não acontecem só aos outros mas também a nós é meio caminho andado para sermos felizes. Temos é de deixar o medo voar e acreditar naquele pequeno, grande músculo que bate dentro do nosso peito. Esse sim, tem sempre razão e, é um bom farol para nos guiar.

Existem momento que os desafios parecem não terminar, e a nossa capacidade é posta à prova constantemente. Acreditem que quando somos postos à prova é porque conseguimos aguentar o fardo. Existe um provérbio muçulmano que diz: ” as cruzes mais pesadas, são para aqueles que as conseguem suportar.” Por isso ao longo da História da Humanidade muitos homens e muitas mulheres carregaram cruzes pesadas por todos nós. Se eles conseguiram suportar o peso desses caminhos, não é porque eram diferente de nós. Mas sim, porque acreditavam, e quando se acredita, consegue-se suportar tudo. Consegue-se transformar sofrimento em força, fraqueza em coragem e tristeza em alegria.

Só aqueles que se atrevem a ir para a arena da vida lutar sem medo de se ferir, são aqueles que conseguem suportar as dores físicas que marcam a alma.

É verdade que por vezes o caminho mostra-se penoso, longo, cheio de curvas e contra-curvas, mas se deixarmos o medo ir e abrirmos o coração, tudo pode acontecer.

Aconteceu comigo, por isso também pode acontecer contigo. A vida ensinou-me que tudo tem um principio, um meio e um fim. E que os fins podem ser sinónimos de novos rumos desconhecidos que se podem revelar trabalhosos, assustadores mas principalmente transformadores. Quando algo termina, algo novo se inicia. Assim tudo pode sempre começar de novo sem nunca morrer.

Assim como uma velha máquina que tantas viagens, festas, momentos, memórias guardou, não foi por se ter partido que não teve hipótese de se transformar e uma nova vida ganhar.

Vale a pena pensar nisto.

Boas transformações.

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